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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

CITAÇÕES


O QUE É UMA CITAÇÃO?

É uma informação retirada de fontes pesquisados (livros, artigos, sites, dicionários, compêndios...) e que são úteis para sustentar ou contestar as ideias desenvolvidas pelo pesquisador no decorrer da elaboração de uma pesquisa. Identificar o(s) autor(es) da(s) ideia(s), permite ao leitor ter acesso ao texto original. 

TIPOS DE CITAÇÃO: 

1. CITAÇÃO DIRETA - são transcrições 'ipsis litteris' (literais) que reproduzem as palavras do autor original, respeitando todas as características formais, concernentes à redação, ortografia e pontuação [...]; 
 
https://www.todamateria.com.br/citacao-direta-e-indireta/

 2. CITAÇÃO INDIRETA - é a transcrição de informações das pesquisas de outros autores, usando as próprias palavras, porém, sem alterar o sentido original da informação [...]; 

https://www.todamateria.com.br/citacao-direta-e-indireta/

 3. CITAÇÃO DE CITAÇÃO - é uma citação da parte de um texto do qual se tomou conhecimento por citação de outro autor. Não é recomendável, mas, na impossibilidade de citar o autor original é um recurso útil. Nesse caso é preciso usar a expressão latina "apud".

https://www.todamateria.com.br/citacao-direta-e-indireta/


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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Fontes de pesquisa



Pesquisa documental (fontes primárias) Vs Pesquisa bibliográfica (fontes secundárias):

1) As fontes são consideradas PRIMÁRIAS quando constituem documentos, sejam escritos ou não. Os dados contidos nessas fontes podem ser coletados no momento que estiverem sendo produzidos ou depois.

Ex: documentos de arquivos públicos, publicações parlamentares, cartas, contratos, fotografias e estatísticas.

2) As fontes são consideradas SECUNDÁRIOS quando abrangem dados transcritos de fontes PRIMÁRIAS que já foram tornados públicos e analisados por outros pesquisadores...

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terça-feira, 18 de agosto de 2020

RELATÓRIO ACADÊMICO


O QUE É UM RELATÓRIO?

Relatório é um documento acadêmico em que conste uma capa com todos os seus elementos identificatórios: Título do projeto de pesquisa; Instituição de ensino; Nome do orientando; Nome do orientador; Local e data. 

Deve indicar o andamento ou o culminar de de uma pesquisa, demonstrando o que foi realizado; o que falta fazer; os resultados obtidos e suas análises...


QUAIS SÃO OS TIPOS DE RELATÓRIOS? 

Relatório parcial de pesquisa: como o próprio nome indica, ela oferece ao orientado e orientador uma visão parcial do andamento da pesquisa [...];

Relatório final de pesquisa: Deve avaliar se o projeto concluído, suas etapas e atividades. Nela apresenta-se a análise dos resultados e a conclusão dos dados[...].

QUAL É A ESTRUTURA DE UM RELATÓRIO? 

1. CAPA: 

    1.1. Título do trabalho
    1.2. Nome da instituição
    1.3. Departamento/Setor
    1.4. Curso
    1.5. Nome do autor ou da equipe envolvida

2. INTRODUÇÃO

3. DESENVOLVIMENTO

   3.1. Objetivo geral
   3.1. Objetivos específicos
   3.2. Metodologia
     2.2.1. Os entrevistados
     2.2.2. Os questionários aplicados
     2.2.3. Análise dos questionários

4. CONCLUSÃO/ CONSIDERAÇÕES FINAIS

5. BIBLIOGRAFIA

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 O QUE É UMA RESENHA?

Resenha, é um tipo de trabalho acadêmico no qual exige-se do(a) aluno(a) o conhecimento do assunto para estabelecer comparação entre assuntos da mesma área de conhecimento. Exige-se muita leitura e maturidade intelectual para fazer avaliações e emitir juízos de valor relativamente ao tema.



COMO ESTRUTURAR UMA RESENHA?

1. Identifique e apresente a obra analisada;
2. Faça um panorama inicial;
3. Descreva a estrutura da obra;
4. Discorra sobre conteúdo;
5. Faça sua análise crítica;
6. Identifique o público-alvo e faça recomendações;
7. Discorra um pouco sobre o autor.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Bloqueio na escrita...




A escrita de qualquer trabalho acadêmico (Monografia, Dissertação ou Tese) é um processo muitas vezes solitário e desgastante. Muitas vezes levamos horas a frente de um computador e não conseguimos produzir absolutamente nada. Isso pode prolongar por dias, semanas, [...] pois, nossa mente 'para de funcionar'. Essa falta de produtividade, pode muitas vezes, estar associado ao que é chamado de "bloqueio"...

Há muitos fatores que determinam o bloqueio na escrita. Os fatores internos dizem respeito às condições psicológicas em geral do(a) aluno (a); os externos compreendem notadamente as situações verificadas no processo de aprendizagem e no respetivo domínio do que se está pesquisando.

Para fazer uma boa escrita, o(a) aluno(a) deve estar em boas condições psicológicas, pedagógicas e materiais favoráveis. Caso contrário, o insucesso pode bater à porta...

Se esse é o seu caso, procure ajuda!

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Métodos e técnicas de pesquisa social


“Este livro constitui um manancial de procedimentos básicos para o desenvolvimento de pesquisas sociais, sobretudo daqueles que são definidas como levantamentos.

Diferentemente dos textos convencionais que têm como objetivo testemunhar exaustivamente dos mais diversos métodos e técnicas de pesquisa social, ou dos que objetivam construir-se em obras introdutórias à metodologia científica, ou dos que sintetizam os procedimentos necessários à elaboração de trabalhos universitários e relatórios de pesquisa, este livro apresenta algumas peculiaridades que fazem dele uma obra significativa: 

trata de problemas fundamentais das Ciências Sociais e de seus métodos, proporcionando os elementos necessários para a sua caracterização no quadro geral das ciências. A opção por privilegiar o ensino dos procedimentos necessários à realização de levantamentos baseia-se em sólida experiência do autor no ensino de Métodos e Técnicas de Pesquisa.

Em síntese, a obra trata da natureza da Ciência Social, dos métodos das Ciências Sociais da pesquisa social, da formulação do problema, da construção da hipóteses, do delineamento da pesquisa, da operacionalização das variáveis, da amostragem na pesquisa social, da entrevista, do questionário, das escalas sociais, dos testes, da utilização de documentos, da análise e interpretação, do relatório de pesquisa.” 

Para baixar o livro em PDF Clique aqui:

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GIL, António Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. – 6ª ed. – São Paulo: Editora Atlas, 2014. 200p.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ADQUIRIDAS COM O HÁBITO DA LEITURA.


O Hábito de leitura é uma atividade que pais e professores devem estimular nos filhos e alunos desde criança. Inicialmente, uma das estratégias é estimulá-los a ler o que gostam. Mas, não se deve limitar apenas por isso!


No mundo acadêmico, por exemplo, sua função primordial é gerar e difundir conhecimento, além de desenvolver novas competências e habilidades...


Confira algumas habilidades e competências adquiridas através da leitura:

1. Maior capacidade de concentração;
2. Aumento gradual do vocabulário;
3. Expansão da visão de mundo;
4. Desenvolvimento de novas 'sinapses' de compreensão;
5. Maior entendimentos do(s) sujeito(s);
6. Desenvolvimento da agilidade mental e raciocínio lógico;
7. Maior compreensão de textos complexos;
8. Desenvolvimento da autonomia do pensamento;
9. Aquisição de ferramentas para a produção de textos.
9. Aumenta a capacidade crítica e reflexiva... 

 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Como Elaborar um Projeto de Pesquisa

Este livro proporciona a estudantes e profissionais os elementos necessários para a elaboração de projetos de pesquisas nos mais diversos campos de conhecimento.

Primeiramente, apresenta aos iniciantes, de maneira simples e acessível, os elementos necessários para a elaboração de projetos; Em segundo lugar, garantir ao profissional de pesquisa, bem como aos estudantes de níveis superiores, condições para a organização de conhecimentos dispersos, obtidos ao longo da vida acadêmica ou do contato direto com a prática da pesquisa. O liro é de caráter prático, pois, esclarece os procedimentos a serem adotados para a elaboração de projetos diferentes aos mais diversos tipos de pesquisas, como pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, ensaios clínicos, estudos de coorte, levantamentos de campo, pesquisa etnográfica...

Sua aplicação é diversa: livro-texto para as disciplinas de Metodologias de pesquisa e metodologias de pesquisas dos cursos de Educação, Psicologia, Ciências Sociais, Pedagogia, Comunicação Social e Economia, bem como dos Cursos de Pós-Graduação Lato sensu. Leitura complementar para as disciplinas de Pesquisa de Opinião e Mercadologia de Pesquisa de Opinião dos cursos de Administração e de Comunicação Social. Leitura de interesse para profissionais das áreas de Pesquisa Socioeconômica e Pesquisa de Mercado. Livro de referencia para estudantes de pós-graduação envolvidos na preparação der teses e dissertações acadêmicas.     

Para baixar o Livro clique aqui

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GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar um Projeto de Pesquisa. 5a ed. - Sâo Paulo: Editora Atlas, 2010. 

  


quarta-feira, 5 de agosto de 2020

SITES DE PESQUISA ACADÊMICA

MELHORES SITES DE PESQUISA ACADÊMICA: 



1. SciELO 

A SciELO – (Scientific Electronic Library Online) - é uma biblioteca eletrônica com um acervo selecionado de periódicos científicos brasileiros (https://search.scielo.org/); 

2. ERIC 

ERIC – (Educational Resources Information Center) - é uma base de dados desenvolvida pelo Departamento de Educação dos EUA (https://eric.ed.gov/). 

3. GOOGLE ACADÊMICO 

Lançado em 2004, o Google Acadêmico é uma ferramenta de pesquisa de publicações científicas (https://scholar.google.com.br/); 

4. PERIÓDICOS (PORTAL da CAPES) 

Desenvolvido pela CAPES – (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) - disponibiliza artigos de milhares de revistas científicas brasileiras e internacionais. (https://www-periodicos-capes-gov-br.ezl.periodicos.capes.gov.br/index.php); 

5. BDTD 

A BDTD – (Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações) - reúne um acervo com milhares de publicações de trabalhos acadêmicos (http://bdtd.ibict.br/vufind/); 

6. SCIENCE.GOV 

A plataforma Science.gov é uma iniciativa integrada de dezenas de agências e órgãos dos EUA que oferece pesquisas em mais de 60 bases de dados (https://www.science.gov/). 

7. SCIENCERESEARCH.COM 

Desenvolvido por uma associação de instituições de pesquisa, o portal utiliza uma tecnologia de pesquisa que faz buscas através da “deep web”, apresentando uma enorme quantidade de resultados (https://www.scienceresearch.com/scienceresearch/desktop/en/search.html). 

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quinta-feira, 23 de julho de 2020

COMO EVITAR SER EXPLORADO PELO ORIENTADOR?

Por vezes, o estudante escolhe um tema de acordo com os seus interesses. Outras vezes, pelo contrário, aceita a sugestão do professor a quem pede que oriente a tese.

Ao sugerirem temas, os professores podem seguir dois critérios diferentes: indicar um tema que conheçam muito bem e no qual poderão facilmente seguir o aluno, ou indicar um tema que não conheçam suficientemente bem e sobre o qual quereriam saber mais. 

Diga-se desde já que, contrariamente ao que se possa pensar à primeira vista, o segundo critério é o mais honesto e generoso. O docente considera que, ao acompanhar essa tese, ele próprio será levado a alargar os seus horizontes, pois se quiser avaliar bem o estudante e ajudá-lo durante o trabalho, terá de debruçar-se sobre algo de novo. Geralmente, quando o docente escolhe esta segunda via é porque confia no candidato. E normalmente diz-lhe explicitamente que o tema também é novo para ele e que lhe interessa aprofundá-lo. Há, por outro lado, docentes que se recusam a propor teses sobre campos já muito batidos, embora a situação atual da universidade de massas contribua para moderar o rigor de muitos e para os tornar mais compreensivos. 

Há, porém, casos específicos em que o docente está a fazer um trabalho de grande fôlego para o qual tem necessidade de muitos dados, e decide utilizar os candidatos como participantes de um trabalho de equipa. Ou seja, durante um dado número de anos. Ele orienta as teses num determinado sentido. 

Se for um economista interessado na situação da indústria num certo período, orientará teses relativas a sectores particulares, com o objetivo de estabelecer um quadro completo da questão. Ora este critério é não só legítimo como cientificamente útil: o trabalho de tese contribui para uma investigação de alcance mais amplo no interesse coletivo. E isso é útil mesmo do ponto de vista didático, pois o candidato poderá servir-se dos conselhos de um docente muito informado sobre o assunto e poderá utilizar como material de fundo e de comparação as teses já elaboradas por outros estudantes sobre lemas correlativos e limítrofes. Se, depois, o candidato fizer um bom trabalho, poderá esperar uma publicação, pelo menos parcial, dos seus resultados, eventualmente no âmbito de uma obra coletiva. Há, porém, alguns inconvenientes possíveis: 

1. O docente está muito ligado ao seu lema e força o aluno que, por seu lado, não tem nenhum interesse naquela direção. O estudante torna-se então um aguadeiro, que se limita a recolher afadigadamente material que depois outros irão interpretar. Como a sua tese será uma tese modesta, sucede que depois p docente, ao elaborar o estudo definitivo, poderá utilizar uma parte do material recolhido, mas não citará o estudante, até porque não se lhe pode atribuir nenhuma ideia precisa. 

2. O docente é desonesto, faz trabalhar os estudantes, aprova-os e utiliza desabusadamente o seu trabalho como se fosse dele. Por vezes, trata-se de uma desonestidade quase de boa-fé: o docente acompanhou a tese apaixonadamente, sugeriu muitas idéias e, passado um certo tempo, já não distingue as ideias que sugeriu das que foram trazidas pelo estudante, assim como depois de uma apaixonada discussão coletiva sobre um assunto qualquer, já não conseguimos lembrar-nos de quais as idéias com que havíamos começado e quais as que adquirimos por estímulo alheio. 

Como evitar estes inconvenientes? O estudante, ao abordar um determinado docente, já terá ouvido falar dele aos seus amigos, terá contactado licenciados anteriores e terá feito uma ideia da sua correção. Terá lido livros seus e terá reparado se ele cita freqüentemente os seus colaboradores ou não. Quanto ao resto, intervém valores imponderáveis de estima e confiança. 

Também é preciso não cair na atitude neurótica de sinal contrário e considerarmo-nos plagiados sempre que alguém fala de temas semelhantes aos da nossa tese. Quem fez uma tese. digamos, sobre as relações entre o darwinismo e o lamarckismo. teve oportunidade de ver, acompanhando a literatura crítica, quantas pessoas falaram já desse tema e como há tantas idéias comuns a todos os estudiosos.Deste modo, não vejo razão para se sentir um gênio expoliado se, algum tempo depois, o docente, um seu assistente ou um colega se  ocuparem do mesmo tema. 

Por roubo de trabalho científico entende-se, sim, a utilização de dados experimentais que só podiam ter sido recolhidos fazendo essa dada experiência: a apropriação da transcrição de manuscritos raros que nunca tivessem sido transcritos antes do nosso trabalho: a utilização de dados estatísticos que ninguém tenha recolhido antes de nós, e só na condição de a fonte não ser citada (pois, uma vez a tese tornada pública, toda a gente tem o direito de a citar): a utilização de traduções, feitas por nós, de textos que nunca tenham sido traduzidos ou o tenham sido de forma diferente. 

De qualquer modo, e sem desenvolver síndromes paranoicos, o estudante deve verificar se, ao aceitar um tema de tese, fica ou não integrado num trabalho coletivo, e pensar se vale a pena fazê-lo. 

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ECO, Umberto. Como se faz uma tese. - 21ª ed. - São Paulo: Perspectiva, 2008. - (Estudos; 85).